• Mark Margo

Dresden 1945- The crime of the allies!


Dresden was a historic center and its Baroque churches, art museums and grand opera house would make a perfect administrative capital for the Allies. The city had been built by Italian stonemasons who sculpted it smoothly, in the image of the artistic and humanistic centers of the rest of Europe. Who could order the bombing of Florence from the Elbe?

Dresden was too beautiful to be bombed. On February 13, 1945, the Allies, more specifically the Royal Air Force (RAF), 1,300 heavy bombers dropped more than 3,900 tons of incendiary devices and highly explosive bombs into the city, killing 25,000 people.

Nazi Propaganda Minister Joseph Goebbels circulated between 100,000 and 200,000, while he privately estimated that in fact 40,000 people had died in Dresden. We know today that the attacks were an indiscriminate bombing and disproportionate to the corresponding military gains.


At a press conference on February 16 in Paris, a British air force press officer said the bombing was primarily intended to prevent the German army from traveling. "Prevent them from being able to deploy military equipment," he said, then added a fatal phrase: "We tried to destroy what was left of German morals."

The draft of the Associated Press that came out of that conference passed through the hands of official censors, who nonetheless missed the essential message. "The Allies made the decision to adopt a deliberate bombardment of terror over German population centers to hasten Hitler's defeat." The British press reacted with horror. The London Daily Mirror wrote: “This is absolutely terrible. It officially proves everything that Goebbels said on the subject ”. Winston Churchill would eventually say that the bombing of Dresden had been "immoral".

The people involved in the bombing of Dresden (W. Churchill, Arthur Harris and the RAF) have never been accused of war crimes, many argue that the bombing was in fact a war crime.

Dr. Gregory H. Stanton, attorney and president of Genocide Watch:

“The Nazi Holocaust is among the most wicked genocides in history. But the Allied bombing of Dresden and the nuclear destruction of Hiroshima and Nagasaki were also war crimes ... ".

War is war as they say, there are no saints, but do not judge that Winston Churchill was a saint, as he supported and during almost the end of the war bombing cities with civilians like Desden, Hamburg, Pforzheim, Berlin and many others.


In Portuguese:

Dresden era um centro histórico e as suas igrejas barrocas, os seus museus de arte e a sua ópera grandiosa daria uma capital administrativa perfeita para os Aliados. A cidade havia sido construída por pedreiros italianos que a esculpiram de forma suave, à imagem dos centros artísticos e humanísticos do resto da Europa. Quem poderia ordenar o bombardeamento da Florença do Elba? Dresden era demasiado bela para ser bombardeada.

No dia 13 de fevereiro de 1945, Os aliados, mais propriamente a Força Aérea Real (RAF), 1 300 bombardeiros pesados lançaram mais de 3 900 toneladas de dispositivos incendiários e bombas altamente explosivas na cidade, matando 25 000 pessoas.

O ministro nazi da Propaganda, Joseph Goebbels, fez circular que seriam entre 100 e 200 mil, ao mesmo tempo que estimava, em privado, que, na realidade, 40 mil pessoas tinham morrido em Dresden.

Sabemos nos dias de hoje que os ataques foram um bombardeio indiscriminado e desproporcional aos correspondentes ganhos militares.

Numa conferência de imprensa no dia 16 de fevereiro, em Paris, um responsável para a imprensa da força aérea britânica afirmou que o bombardeamento tinha como principal objetivo impedir as deslocações do exército alemão. “Evitar que eles conseguissem deslocar equipamento militar”, disse, acrescentando, depois uma frase fatal: “Tentámos destruir o que restava da moral alemã”.

O rascunho da Associated Press que saiu dessa conferência passou pelas mãos dos censores oficiais que, mesmo assim, deixaram passar a mensagem essencial. “Os Aliados tomaram a decisão de adotar um bombardeamento de terror deliberado sobre os centros populacionais alemães para apressar a derrota de Hitler”. A imprensa britânica reagiu com horror. O London Daily Mirror escrevia: “Isto é absolutamente terrível. Comprova, oficialmente, tudo o que Goebbels disse sobre o assunto”. Winston Churchill acabaria por dizer que o bombardeamento de Dresden tinha sido “imoral”.

As pessoas envolvidas no bombardeio de Dresden (W. Churchill, Arthur Harris e a RAF) nunca foram acusados de crimes de guerra, muitos defendem que o bombardeio foi de facto um crime de guerra.

O Dr. Gregory H. Stanton, advogado e presidente da Genocide Watch:

O Holocausto nazista está entre os genocídios mais perversos da história. Mas o bombardeio de Dresden pelos Aliados e a destruição nuclear de Hiroshima e Nagasaki também foram crimes de guerra ...".

Guerra é guerra como se diz, não existem santos, mas não se julgue que Winston Churchill, foi algum santo, pois ele apoiou e durante quase o final da guerra bombardeamentos a cidades com civis como Desden, Hamburgo, Pforzheim, Berlin e muitas outras.


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